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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou os embargos de declaração opostos pelo deputado estadual eleito em 2018 Pastor Tom e decidiu manter a cassação do seu mandato por ausência de filiação partidária e fraude no registro de candidatura.

Segundo o Ministério Público Eleitoral (MPE) Pastor Tom teria informado, no registro de candidatura, que era policial militar da ativa enquanto exercia o cargo de vereador de Feira de Santana (BA) desde 2017, deixando de atender, dessa forma, a exigência de estar vinculado a uma legenda política seis meses antes do pleito.

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O TSE decidiu pela cassação de Pastor Tom em novembro do ano passado. No lugar dele entrou o seu suplente Josafá Marinho (Patriota).

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