Na última sexta-feira (3) a cabo da Polícia Militar Celeste Martins Oliveira do Nascimento, de 39 anos, morreu após ser baleada na nuca enquanto estava sentada no sofá de casa, no bairro do Barbalho, em Salvador. O principal suspeito do crime é o marido da vítima, o também cabo da PM João Marcelo Araújo Hermano, que se apresentou à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado por uma advogada, e foi autuado em flagrante.
O corpo de Celeste foi sepultado neste sábado (4), no Cemitério Bosque da Paz. Conforme as primeiras informações do caso, o apartamento onde os dois moravam não apresentava sinais de luta corporal ou arrombamento. A motivação e as circunstâncias do caso são investigadas pela 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS).
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) lamentou a morte da policial, classificou o caso como feminicídio e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de farda. “A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) manifesta profundo pesar pelo falecimento da cabo da PM Celeste Martins Oliveira do Nascimento, ocorrido na tarde de hoje, em Salvador, vítima de feminicídio, e se solidariza com seus familiares, amigos e colegas de farda”, informou o órgão.
A Polícia Militar da Bahia (PMBA) também confirmou, em nota, que o suspeito integra a corporação e informou que acompanhará o andamento das investigações. Segundo a instituição, medidas administrativas serão adotadas paralelamente ao inquérito conduzido pela Polícia Civil.
A corporação reiterou o compromisso com a apuração rigorosa dos fatos e prestou solidariedade à família da vítima. “A Polícia Militar da Bahia lamenta profundamente a morte da policial militar e manifesta solidariedade aos seus familiares, amigos e companheiros de profissão, reafirmando seu compromisso com a legalidade, a preservação da vida e a rigorosa apuração dos fatos”, disse a PMBA em nota.















