O deputado estadual Diego Castro (PL) e o pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PL)
O deputado estadual Diego Castro (PL) reagiu às declarações do ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado pelo PT, Rui Costa, que afirmou ser necessário “enterrar politicamente aqueles que fazem política com o celular na mão xingando, ofendendo e invadindo hospitais e escolas”. Para o parlamentar, a fala foi uma tentativa de desqualificar a atuação fiscalizadora de deputados de oposição.
Ao longo do mandato, Diego Castro tem realizado visitas e fiscalizações em hospitais, escolas e outros equipamentos públicos estaduais, registrando, por meio de vídeos nas redes sociais, denúncias sobre problemas estruturais, atendimento à população e execução de obras do governo da Bahia.
Na avaliação do deputado, as declarações de Rui Costa colocam no mesmo patamar a atividade parlamentar e atos de invasão, o que, segundo ele, não corresponde à realidade.
“Não, Rui Costa. Quem invade é o MST, movimento que você e o seu grupo político sempre defenderam. O que eu faço é cumprir o meu dever constitucional de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e verificar como os serviços estão sendo prestados à população. Fiscalizar não é invasão; é um direito e uma obrigação do Poder Legislativo”, afirmou Diego.
Diego Castro também disse que continuará realizando inspeções em unidades públicas e criticou o que classificou como tentativa de intimidar parlamentares da oposição.
“Se incomoda o governo e toda a cúpula petista quando um deputado entra em um hospital para mostrar a realidade enfrentada pelos pacientes ou visita uma escola para verificar as condições de funcionamento, o problema não está na fiscalização, mas na situação encontrada. Quem exerce mandato popular não pode fechar os olhos para os problemas do Estado”, declarou.
O deputado ainda afirmou que não deixará de utilizar as redes sociais para divulgar o resultado das fiscalizações.
“Vou continuar com o celular na mão, mostrando aquilo que muitos tentam esconder. A população tem o direito de saber como está sendo empregado o dinheiro público. Transparência, fiscalização e prestação de contas são pilares da democracia e não serão interrompidos por discursos que tentam criminalizar a atuação legítima de um parlamentar”, completou Diego Castro.
















