A Assembleia Legislativa deu início à sessão extraordinária que vai decidir sobre a prisão do deputado Binho Galinha (PRD) com a fala do advogado do parlamentar, Gamil Föppel. Para um plenário cheio (o painel registrou na abertura 52 deputados presentes, algo peculiar para uma sexta-feira), o defensor repetiu os mesmos argumentos utilizados na quarta (08) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Föppel afirmou que, segundo a Constituição Federal, não cabe prisão preventiva contra deputados estaduais (assim como federais ou senadores). Ele sustentou que as exceções autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) teriam ocorrido em situações distintas ao caso de Binho Galinha.
Como revelou ontem o Política Livre, mais de uma sessão poderá ser realizada hoje para os deputados decidirem sobre a prisão de Binho Galinha. A votação é secreta, por meio do uso de células de papel.
Por conta da sessão, um forte esquema de segurança foi montado na Assembleia para restringir o acesso de pessoas não credenciadas ou identificadas perto do plenário.
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