Celso Amorim e Dilma marcam presença no desfile militar chinês

Beijing (China), 03/09/2025.- Chinese President Xi Jinping (front C), first lady Peng Liyuan (front centre-R)Russian President Vladimir Putin (front centre-L), North Korean leader Kim Jong Un (front centre 2-R) and foreign leaders pose for a group photo ahead of a military parade marking the 80th anniversary of the end of the Sino-Japanese War in Beijing, China, 03 September 2025. China holds on 03 September celebrations to mark the 80th anniversary of the end of the Second Sino-Japanese War, known in China as the War of Resistance against the Japanese aggression, and the end of the World War II. EFE/EPA/XINHUA / Shen Hong CHINA OUT / UK AND IRELAND OUT / MANDATORY CREDIT EDITORIAL USE ONLY EDITORIAL USE ONLY
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O assessor especial da Presidência da República, Celso Amorim, representou o Brasil no desfile militar realizado pelo presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim nesta quarta-feira (3). Além dele, também estava a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff, atual presidente do Banco do Brics. Ambos saíram na foto oficial do evento.

O desfile teve como objetivo comemorar o fim da ocupação do território chinês e a vitória sobre o Japão durante a Segura Guerra Mundial (1939-1945), denominada pelo governo da China como Guerra Mundial Antifascista.

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O evento contou com a participação de diversos chefes de Estado autocratas, incluindo os líderes da Rússia, Coreia do Norte e Irã, Vladimir Putin, Kim Jong-un e Masoud Pezeshkian, respectivamente.

Os maiores destaques foram Putin e Kim, que caminharam junto de Xi Jinping na chegada à Praça da Paz Celestial, sendo a primeira vez em que os três foram vistos juntos.

Também compareceram líderes da Ásia Central, como do Cazaquistão, Uzbequistão, Tajiquistão e Quirguistão. Miguel Díaz-Canel, chefe de Cuba, Robert Fico, primeiro-ministro da Eslováquia e Aleksandr Lukashenko, líder de Belarus, também prestigiaram o evento militar.

Segundo dados do Índice de Democracia da Economist Intelligence atualizados em 2024, 18 dos 26 países listados de maneira oficial pela China são considerados regimes autoritários, cinco democracias com falhas e dois em regime híbrido. Somente as ilhas Maldivas não foram categorizadas no levantamento.

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