Com a queda do repasse de verbas da União aos municípios de todo o Brasil pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM), muitas prefeituras do Entorno foram obrigadas a cortar gastos e a viver com quase 40% menos dinheiro em relação ao período de janeiro a agosto do ano passado. A preocupação paira sobre as quase 30 prefeituras.
Em alguns locais, investimentos foram cortados, salários estão atrasados e contratos foram quebrados.
Já na cidade de Elísio Medrado as demissões de funcionários e cortes de adicionais a cargo de confiança já começaram se for olhar as cidades que rodeiam Elísio Medrado, é possível ver que quantas prefeituras efetuaram demissões até o presente momento e verá que nenhuma delas o fez.
Nossa equipe conversou com alguns vereadores e outros munícipes que disseram:
“O que realmente está acontecendo com Elísio é a amostra de uma administração que se engajou a fazer várias ações sem o mínimo planejamento, e agora que paga pela irresponsabilidade perpetrada pelo gestor é o povo demitido” disse.
“A cidade precisa sim de várias intervenções, mas não às custas do sofrimento que estamos vendo, foram várias obras feitas com “recurso próprio” e não sabendo que o bom administrador precisa deixar suas casas em ordem para depois disso investir no município” disse um morador.
“O que vimos foram carros sendo comprados, festas sendo realizadas, obras que não cabiam ao momento serem feitas para agora tudo isso explodir em inúmeras demissões”. relator um comerciante.
Para um munícipe insatisfeito com a situação disse: “O povo já sabe o que esperar, pois ano que vem é ano de eleição, então todos os demitidos serão contratados novamente simples assim pois essa é uma estratégia conhecida há décadas, um ano antes da eleição demitir-se, e no ano vindouro se recontrata(antes da eleição é claro)” concluiu.
Veja a publicação do presidente da UPB prefeito Quinho de Belo Campo, abaixo:
“Nós precisamos de imediato de um recurso injetado nos municípios para que possamos fazer com que os nossos munícipes vivam melhor e que nós consigamos manter os empregos já existentes”. Foi com essa afirmação que o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), prefeito Quinho de Belo Campo,
“O que nós queremos é uma injeção de recursos na veia dos municípios em caráter emergencial e pode ser feito por meio do Apoio Financeiro aos Municípios (AFM). Basta o governo federal se disponibilizar e ter interesse em ajudar os municípios. Senão alguns serviços vão parar, municípios terão dificuldades com a folha de pagamento, o que infelizmente vai trazer muitos transtornos não só para o setor público mas também privado”, enfatizou o presidente.
















