EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil

WASHINGTON, DC - APRIL 23: U.S. President Donald Trump speaks during an event on advancing health care affordability in the Oval Office of the White House on April 23, 2026 in Washington, DC. President Trump, promoting his administration's efforts to lower health care costs and address rising premiums, announced a deal with Regeneron Pharmaceuticals to lower certain drug prices sold on TrumpRx.gov in exchange for tariff relief. (Photo by Alex Wong/Getty Images)
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O Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) anunciou que pretende estabelecer tarifas adicionais de 10% ou 12,5% sobre as importações de 60 países, incluindo o Brasil. A alegação é de que as falhas no combater o comércio de produtos fabricados com trabalho forçado são injustificadas e restringem o comércio dos EUA.

A decisão do USTR é baseada em investigações de práticas comerciais desleais da Seção 301 – mecanismo da Lei de Comércio americana de 1974 que permite aos Estados Unidos investigarem e retaliarem países que adotam práticas comerciais ou regulatórias consideradas injustas ou prejudiciais aos interesses norte-americanos. O governo Trump busca restabelecer tarifas de emergência que foram anuladas por decisão da Suprema Corte do país em fevereiro.

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O USTR determinou tarifas de 10% relacionadas à investigação de trabalho forçado sobre as importações do Canadá, Equador, União Europeia, Indonésia, México, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, El Salvador, Guatemala, Malásia, Taiwan e Reino Unido. Em relação ao Brasil, o Escritório de Comércio disse que propõe tarifas adicionais de 12,5%, junto a outros 44 países que foram investigados.

O USTR informou que aceitará comentários públicos sobre as tarifas propostas até 6 de julho, com audiência pública marcada para 7 de julho.

*Com informações da Agência Reuters.

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